Que fim terá o Mercado Distrital de Sta Tereza?

Thursday, November 6th, 2008

O bairro Sta Tereza, um dos mais tradicionais de BH, é muito conhecido hoje pela enorme aglomeração de bares e, conseqüentemente, boêmios de todas as idades. Carlos Drummond já morou por aĺí e vários músicos começaram suas careiras por essas redondezas.

A praça central do bairro, que poucos conhecem pelo verdadeiro nome de Praça Duque de Caxias, abriga shows e diversos eventos culturais há décadas. A conhecida Pça do Sta Tereza é a principal referencia para restaurantes tradicionais como o Macarrão do Bolão, e outros mais, onde o Sepultura era presença cativa.

E é por alí que surgiu, em 1974, o mercado distrital e manteve feirantes e produtores comercializando diversos produtos, de queijos a verduras e carnes, atendendo uma grande parte dos bairros vizinhos até que a inflação e os grandes supermercados tiraram sua clientela e pós fim a essa áurea de cidade do interior que o bairro ainda tenta preservar com suas ruas calçadas e casarões antigos.

Na tentativa de curar o tiro no pé, até o mês de Dezembro, a prefeitura está fazendo uma votação para decidir que fim terá o Mercado do Sta Tereza. São 3 propostas que pretendem revitalizar e dar nova função ao espaço que atualmente é ocupado pela Guarda Municipal.

São 3 propostas voltadas para o lado cultural que podem ser detalhas nos links abaixo:

Proposta 1 - Centro de Artes, Cultura e Tecnologias Sócio-Ambientais
Proposta 2 - Mercado Mineiro de Santa Tereza
Proposta 3 - Mercado Cultural Santa Tereza

Escolha uma das opções e vote pelo próprio site, assim a história do Mercado e do bairro não dará lugar a alguma loucura política.

Banda Larga: A saga

Saturday, August 2nd, 2008

Desde o lançamento da Internet banda larga em BH que sou fiel usuário, ativo e reclamante!

Ativo por utilizar pelo menos 12h ao dia, e reclamante por não aceitar as péssimas condições que as operadoras oferecem aos usuários e ainda tentam nos fazer acreditar que são a última cereja do bolo.

Desde 2002 já usei WayBrasil, Velox e Virtua, as três (até agora) únicas opções de banda larga da cidade. Em cada uma delas colecionei toneladas de ordens de serviço que, se encadernadas cronologicamente, dariam uma enciclopédia. Sem contar as reclamações por telefone que geram protocólos fantasiosos que nunca são validados em uma segunda ligação.

Há cerca de quatro meses estou usando a nova operadora de Belo Horizonte, a GVT tem se apresentado estável e rápida em 90% do tempo que a utilizo,  com pequena instabilidade em horários de picos mas sem gerar quedas prolongadas, feito as operadoras anteriores.
A velocidade contratada me deixou rindo a toa nos primeiros dias, conexão de 1 MB (dito) REAL contra os kbps da Virtua fazem a alegria de qualquer um.

Nesse período não precisei ligar para o suporte em nenhuma ocasião, e por isso não posso falar bem ou mal do atendimento, mas já existe quem odeie a GVT por motívos válidos, como é o caso do Bressane.

Fato é que, pelo menos na minha região, o uso da GVT+OpenDNS está acima do esperado desde o primeiro dia e isso me fez colocar a conexão da Virtua como backup, mas já penso em tira-la para dar lugar a uma conexão 3G, ou mesmo TIMWeb, que possibilitará inclusive uma maior mobilidade.

Ainda é cedo para considerações sobre a GVT já que aumentando a clientela o serviço pode piorar, e a ANATEL coloca a GVT em segundo no ranking de reclamações.